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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

//News: Tomie Ohtake

Ontem, aos 101 anos de idade, Tomie Ohtake fez a passagem deste plano para o espiritual, mas em sua jornada aqui na terra, nos presenteou com suas artes. Por vários momentos, tive a oportunidade de estar em contato com sua obra. Recentemente, estive no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, para visitar a exposição do Salvador Dalí, onde aproveitei para ver algumas de suas obras lá expostas.

Na minha série de pôsteres, Deconstructing Women (a luta da mulher), Tomie foi uma das 25 mulheres homenageadas.

Deconstructing Tomie, Arte Digital & Xilogravura (2011)

No descritivo do trabalho, assim escrevi sobre ela:

“Tomie Ohtake nasceu no Japão, mas foi no Brasil que ela se tornou a grande artista reconhecida mundialmente e uma das principais representantes do abstracionismo informal. Ela é multifacetada e suas obras incluem não apenas pinturas, mas também gravuras e esculturas.

É uma artista com uma incrível capacidade de se renovar e de sempre trazer inovações às suas obras. “Sua poética ao invés de declinar, germina em outras direções e aos 89 anos, de Tomie Ohtake pode-se dizer que o outono cede espaço à primavera”.

Sua pintura é um mergulho profundo na relação forma-cor. Uma mistura orgânica de formas, da natureza e da cor; de manchas, transparência e profundidade que se transformam em imagens únicas e de extraordinária beleza e que invade também suas gravuras.

Como gravurista, Tomie cresceu mais ainda como artista, trazendo experimentações para uma técnica que atravessou séculos. Em 1972, ela foi convidada para a Bienal de Veneza, na sala Grafica D’Oggi, que contou com vários outros artistas internacionais, como os estadunidenses da Pop Art. Em 1978, participou também da Bienal da Gravura de Tóquio.
“A obra de Tomie Ohtake, como trajetória íntegra e integral, tem enfrentado o desafio de construir um tempo reconciliado entre a sabedoria de uma tradição e a experiência visual do sujeito moderno. Sua obra parece buscar em nosso olhar um haicai perdido”100
Desde então, Tomie alcançou grande popularidade nas artes plásticas. É uma artista que inovou e continua em constante transformação e a conquistar admiração e respeito por onde passa.”


Trecho de: “Deconstructing Women (a luta da mulher)” Christian de Sousa.

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Coincidentemente, a imagem que postei domingo passado na sessão Photo of the Week, deste blog, foi de uma obra da Tomie Ohtake, que intitulei de Tomies I, pois faz parte de uma série de fotos que serão postada nos próximos domingos.

Obrigado, Tomie por ser uma inspiração para todos nós, artistas e designers.

Red Kisses,

Chris, The Red






quinta-feira, 29 de agosto de 2013

//Fotos: Passeio Cultural por Brasília

Na terça-feira passada, aproveitei um espaço entre um compromisso e outro para dar um passeio pela Caixa Cultural e o Museu Nacional e ver as exposições em cartaz.

Primeiro, Caixa Cultural, com duas exposições: Figurativismo Contemporâneo Argentino e Arte de Cavalete | Clóvis Graciano. Aquela, reúne obras de vários artistas argentinos; esta, obras do brasileiro que tinha na música, uma de suas principais referências para compor seus desenhos e pinturas.

Entre as obras argentinas, me chamou atenção a obra Autumn Kiss, do Ricardo Celma, que é uma releitura da obra O Beijo, do Klimt. A técnica do Celma nesta tela e em outras, remete a técnica de Klimt. Observei o uso do estilo de Klimt em telas do Max Pedreira. Gostei muito da série Naturaleza Muerta, de Alejandro Rosemberg. Mais pela técnica utilizada (Óleo sobre Tela) que de tão rica e detalhada, parece uma fotografia.

Autumn Kiss, Ricardo Celma

Naturaleza Muerta, Alejandro Rosemberg
Entre as obras do Graciano, gostei das que ele faz uso do nanquim ou do bico de pena, como em Cambalhota do Flautista, Canção na Praia e Homem Velho.

Cambalhota do Flautista (bico de pena)

Canção na Praia (nanquim sobre papel)
Da Caixa, segui para o Museu da República, onde acontecia a exposição Narrativas Poéticas, mistura de obras de vários artistas, como Tomie Ohtake, Iberê Camargo e Mabe com trechos literários de vários autores brasileiros, que estavam impressos em quadros ao lado das obras ou ainda em vídeos.



Sem título, Tomie Ohtake

Terra e Lua, Wega Nery

Cabeças, Siron Franco

Mais algumas fotos das exposições. O álbum completo aqui.








Não deixem de conferir

Caixa Cultural

  • Figurativismo Contemporâneo Argentino, até 13 de outubro de 2013
  • Arte de Cavalete, até 20 de outubro de 2013


Museu Nacional

  • Narrativas Poéticas, até 29 de setembro de 2013


Red Kisses,

Chris, The Red


domingo, 9 de junho de 2013

//Design and Inspirations: CD Erasure - The Complete Tomorrow's World

Sou um fã de design e de arte. Adoro quando vejo um trabalho gráfico bem feito, bonito, atraente. Quando vi este CD do Erasure, achei fantástica direção de arte. O projeto para construção do encarte e do box do CD mistura design gráfico com esculturas, em uma linda composição de partes do corpo humano com a natureza. Uma dica de como será o mundo de amanhã (nome do álbum), em que a natureza estará presente no ser humano de forma perfeita e harmônica, em que não destruiremos mais o nosso meio ambiente, mas nos integraremos a ele de corpo, mente, coração e, principalmente, de alma.

O projeto gráfico é do Tom Hingston Studio. Esculturas de Kate Macdow e fotos de Dan Kvitka. Confira algumas fotos tiradas por mim do Cd do AndyClarke, fã número #1 (literalmente e oficialmente) do Erasure no Brasil.











Red Kisses,

Chris, The Red


terça-feira, 21 de maio de 2013

//Fotos e Vídeos: Abraham Palatnik (CCBB-DF)

Domingo passado, fui visitar a exposição do artista brasileiro Abraham Palatnik, no CCBB-DF, um dos grandes artistas da arte cinética, como Alexander Calder, Victor Vasarely, Soto, Duchamp, entre outros.

A exposição reúne obras do início da carreira quando ainda alimentava os traços acadêmicos, vindo a romper (felizmente) com este estilo e encontrar o seu verdadeiro estilo artístico. Utilizando-se de motores, engrenagens, luz, Palatnik reinventa a pintura e a escultura, dando a eles, movimento. dinamicidade.

A exposição ainda traz alguns móveis e objetos de design, mostrando a versatilidade deste artista brasileiro. Além das séries de obras óticas realizadas pelo uso dos mais diversos materiais, como madeira, papel, acrílica, metal, entre outros.

Altamente recomendável a visita. A exposição pode ser vista no CCBB-DF até o dia 14 de julho de 2013, de terça a domingo, das 09 às 21h. Entrada franca e pode ser fotografada (sem flashes).

Abaixo, algumas das minhas fotos da exposição e um vídeo-montagem com os Aparelhos Cinecromáticos. O álbum completo aqui.

Vídeo


Fotos














Red Kisses,

Chris, The Red


quinta-feira, 8 de novembro de 2012

//Exposição: Paulo Paes | Pneumática

Semanas atrás, estive na Caixa Cultural de Brasília visitando a exposição Pneumática do artista paraense Paulo Paes. Composta por vários balões de papel de seda, Paes traz uma delicada exibição que une a cultura popular dos baloeiros com a arquitetura da construção de balões em estruturas diferenciadas, leves e sinuosas.





Mais fotos aqui

Red Kisses,

Chris, The Red



domingo, 7 de outubro de 2012

//Exposição: O Olhar Que Ouve

Ontem, estive na Caixa Cultural para fazer a Oficina de Caligrafia para Designers com Andréa Branco, organizado pela Mandacaru em parceria com a Caixa e no intervalo, aproveitei para visitar umas das exposições que estão em exibição na Caixa Cultural após sua reinauguração.

Visitei a exibição do cantor e compositor Carlinhos Brown, O Olhar que Ouve, composto por telas e instalações. As telas são coloridas, assim como, as cores da Bahia e trazem a dinâmica da sua música. Não sou um conhecedor do repertório musical do Carlinhos Brown, mas conheço algumas de suas obras assistenciais e suas telas são bonitas e alegres, de alguém com um espírito alegre.









Red Kisses

Chris, The Red