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domingo, 19 de maio de 2013

//Friends: Bruschetta, Fondue, Vinhos e Muito Papo


Ontem, a Laura, a Nanda e os Andrés (Phellps e Nunes) vieram aqui para casa para uma noite agradável com vinhos, bruschettas, fondues, chocolate e muito papo. :)

Red Kisses,

Chris, The Red


terça-feira, 16 de agosto de 2011

//Friends: Bendito Suco

Dia 30 de julho passado, fui ao Bendito Suco, próximo a ponte JK, com meus amigos Sandro e Ualison que estavam em Brasília para curtir o fim de semana. Lá, encontramos com a Verena, o Diego e a Marcele que estava acompanhada do seu love João. Passamos a noite jogando conversa fora, comendo e bebendo vinho.

A decoração do lugar é muito legal, mas a carta de vinhos deixou a desejar. Não pela quantidade de ofertas, mas pela falta de vinhos na adega. Boa parte dos vinhos da carta estava em falta. É preferível que se ofereça menos opção, mas que tenha na adega.

Aí vai algumas fotinhas:






Red Kisses,

Chris, The Red


sábado, 21 de maio de 2011

//Friends: Noite com Amigas, Baralho e Vinhos Rosé

Ontem, dia 20 de maio, eu e minha tia recebemos duas amigas para um jantar, a Nanda e a Erbene. Foi uma noite super agradável, com muito papo, comida gostosa, baralho e vinhos.


Para a decoração, optei por rosas: montando um arranjo para o centro de mesa, outro para abaixo do aparador e também nos guardanapos.







Antes dos aperitivos e vinhos, nos deliciamos com a Grappa da Casa Valduga Cabernet Sauvignon.


Para o jantar, servimos de entrada, salada com molho de iogurte e mostarda. Depois, como prato principal, arroz vermelho, filet mignon com tâmaras e creme de leite e salteado de champigon, carambola e ameixa. E de sobremesa, mousse de maracujá e chantilly.


E a noite foi dos vinhos rosé. Primeiramente, apreciamos o italiano Cavicchioli para acompanhar os aperitivos. Durante o jantar, optamos pelo brasileiríssimo e maravilhoso rosé da Villa Francioni (altamente recomendável) e pós-jantar, o espanhol Clos de Torribas, para acompanharmos no nosso joguinho de baralho.

Obrigado pelas presenças ilustres. Voltem sempre!!!!

Red Kisses,

Chris, The Red


segunda-feira, 4 de abril de 2011

//Friends: Corina, Por Toda a Minha Vida e Claudius Caesar

Sexta passada, dia 01º de abril de 2011, foi transmitido no Programa Por Toda a Minha Vida, na Rede Globo (que apesar de não assistir mais a Rede Globo, este programa foi obrigatório, explico a razão). O programa foi sobre As Frenéticas e a atriz que interpretou a Frenética Dhu, foi a Corina Sabbas, irmã do meu grande amigo Sandro Sabbas. E na sexta, eles se reuniram na casa do Sandro e do Ualison para comemorar, pena que não pude ir, a pequena celebração foi em São Paulo, mas os amigos que lá estavam presentes comemoraram em alto estilo mais esta conquista da Corina, que com certeza ainda alcançará muitos sucessos em sua carreira que está apenas começando, pois talento, ela tem de sobra. Ela tem a quem puxar, seu irmão, Sandro, é um músico extremamente talentoso. Ainda ouviremos muitas notícias sobre estes dois talentos brasileiros.

Kassandra, Volnir, Sandro, Corina, Ronaldo e Ualison

E para comemorar, Volnir e Ronaldo levaram o espumante húngaro Claudius Caesar Extra Dry, que me deixou com água na boca e desejoso por prová-lo. De acordo com o site Empório Húngaro, é um espumante seco, com teor alcóolico de 11,5%. Recomendado para acompanhar caviar, canapés, lagosta e entradas em geral.


Red Kisses,

Chris, The Red

sábado, 2 de abril de 2011

//Family: Verbena, Capeletti e B&G Côtes-du-Rhône Gold Label

Noite de sábado em Brasília, com preguiça de sair, resolvi ir para a cozinha fazer um capeletti de legumes para comer com minha tia Verbena. Capeletti no fogo, hora de escolher o vinho. Analisando as garrafas da minha adega, optei pelo excelente B&G Côtes-du-Rhône Gold Label. A primeira vez que tomei deste vinho foi em 2010 e achei um vinho sensacional e ótimo para ocasiões como esta, de um sábado a noite.



É um vinho originário da França criado a partir de três uvas: a Grenache, Syrah e Carignan. E recomendo bastante. Para ler um pouco mais sobre ele, clique aqui.

Red Kisses

Chris, The Red

sábado, 26 de março de 2011

//Family: As Luzes Foram Apagadas!!!!

20h30. Luzes totalmente apagadas aqui em casa.

Neste tempo, ficamos ao redor da mesa, comendo pizza, bebendo vinho e jogando baralho à luz de velas e foi bem divertido. Me fez lembrar o quanto é possível nos divertirmos sem precisar da energia elétrica, de uma época em que as pessoas se reuniam ao redor da fogueira para contar prosas e cantar.










Entre os vinhos escolhidos para passar A Hora do Planeta, estavam um argentino e um português. Ambos inéditos ao meu paladar. Começamos com o vinho português, Pedra D'Armas, Vinho Douro Tinto, safra 2008, produzido com uvas provenientes do Douro Superior (tinta Roriz[40%], Touriga Franca[30%] e Tinta Barroca[30%]. Um vinho seco frutado que me foi muito agradável ao paladar. Já o segundo, o argentino, Alta Vista Classic, Malbec, Safra 2007, não retornará à minha carta de vinhos.

Placar Final do Jogo de Baralho:
1º lugar: Ademir - 10 vitórias
2º lugar: Eu - 6 vitórias
3º lugar: Verbena - 2 vitórias

E aqui em casa, a Hora do Planeta terminou às 22:30.

Red Kisses,

Chris, The Red


//Friends: Nanda e Boccantino Nero d'Avola

Ontem, dia 25 de março de 2011, fui com a Nanda, amiga minha desde os tempos da UnB, ao Carpe Diem La Cuccina, no Terraço Shopping, para uma noite agradabilíssima de bom papo, massas e vinho.

No cardápio, Ravióli de Maçã com Requeijão e Aroma de Mel e Canela (ravióli recheado com requeijão e parmesão, pedaços de maçã caramelizada no mel e canela, servido com molho alfredo)Canelone de Carne com Espinafre e Gorgonzola (canelone recheado com carne picada refogada, espinafre, parmesão e gorgonzola servido com molho de tomate e bechamel). E para acompanhar estas delícias gastronômicas, o vinho escolhido foi o da Cantina Boccantino, da região da Sicília, Itália, safra 2009 e que me trouxe a oportunidade de conhecer a uva Nero D’Avola.

Com certeza, será um novo item na minha carta de vinhos.





Procurando na internet sobre esta uva, encontrei o seguinte texto no blog Falando de Vinhos, de João Filipe Clemente:

"Nestes posts sobre Uvas & Vinhos, não vamos nos ater somente às tradicionais cepas mais conhecidas, mas enveredaremos por regiões diferentes e uvas autóctones das regiões mais diversas de nossa vinosfera. Nesta semana passamos na Sicilia, sul da Itália, para falarmos da Nero D’Avola uma uva autóctone da ilha.
Nero d'AvolaOriginária da Sicília, esta variedade tinta tem aparecido com maior freqüência em vinhos varietais no mercado mundial. Até pouco tempo atrás, era usada básicamente em assemblages com o intuito de aportar cor e corpo. É a uva tinta mais tradicional e importante da região, também conhecida como Calabrese, é responsável por alguns dos melhores tintos da Sicília, além de participar do corte do tradicional vinho Marsala. Sua origem nos remete a centenas de anos atrás, na cidade Avola, ao sul da ilha, na parte meridional da província de Siracusa, onde a uva parece ter sido descoberta por produtores locais. Hoje é cultivada por toda a ilha, mas com maior destaque na região sul, graças a seu clima e solo, ideais para o desenvolvimento da Nero D’Alvola.
           É muito comparada à uva Syrah, seja em suas características físicas como organolépticas e preferência por regiões geográficas mais quentes e ensolaradas. Quando vinificada sozinha, produz vinhos com grande intensidade de cor, potencial de envelhecimento, especialmente quando passa por barricas de carvalho, boa estrutura, taninos robustos porém macios, mostrando comumente notas de ameixa e chocolate.
          A Sicilia foi durante muito tempo um exportador de vinhos a granel, inclusive para outras regiões da Itália, tendo priorizado por demasiado tempo, quantidade sobre qualidade. Somente de uns tempos para cá é que houve uma reformulação e inversão de prioridades, podendo hoje contar com um número considerável de bons vinhos possibilitando escolher vinhos mais ou menos robustos, mais amistosos, de maior guarda ou para serem tomados jovens. Abaixo seguem algumas indicações de vinhos que acho serem uma boa porta de entrada para os sabores desta uva devendo-se tomar cuidado com o nível de teor alcoólico dos rótulos advindos desta região já que o excessivo calor pode gerar níveis bastante altos. Os rótulos não são muitos, mas são de vinhos provados e aprovados, com preço final consumidor aproximado e todos de um estilo de bom corpo e volume de boca, porém mais elegantes, equilibrados e saborosos sem perder a tipicidade e sabores únicos desta cepa. Gosto de bons vinho e ponto, porém estas uvas autóctones geram vinhos por demais interessantes e diferenciados que fazem meu dia! Espero que façam o seu também.Nero D'Avola 2
  • Masseria Trajone Nero D’Avola 2006 –Vinci – R$38,00
  • Branciforti Nero D’Avola 2005 – Expand– R$50,00
  • Kailá Nero D’Avola 2006 – Decanter – R$51,00
  • Regaleali Nero d´Avola 2006 – Mistral – R$68,00
  • Chiaramonte 2005 – Expand – R$75,00
  • Aliré Syrah c/ Nero D’Avola 2005 –Decanter – R$87,00
  • Passo Delle Mule 2006 – Portal dos Vinhos (Bruck) – R$97,50
Quanto á harmonização destes vinhos, eis o que o amigo e especialista em harmonização Álvaro Galvão (Divino Guia) tem a nos dizer: “Falar dos vinhos feitos com a uva Nero D’avola é ao mesmo tempo fácil e difícil. Fácil, porque é uma das uvas mais emblemáticas do sul da Itália, e que compõe grande parte dos vinhos feitos por aquele terroir, vulcânico. mediterrâneo e agreste, o que confere  mineralidade e acidez a esta uva, componentes que a fazem muito gastronômica, mas em compensação muitas das vezes, mais alcoólica do que devia, já que o terreno pedregoso com muito calor durante o dia e temperaturas mais amenas à noite, fazem amadurecer as uvas com alto teor de polifenóis e açúcares, gerando o alto teor de álcool.
           Difícil, porque é tão versátil, que nos parece redundância dizer que ela harmoniza bem com molhos de tomates mais acídulos, com carnes de caça, de penas ou não, e com cogumelos de várias origens. Ah, não nos esqueçamos dos queijos, de cabra inclusive, que são mais ácidos, e por isto mesmo, pedem um vinho idem e com certo teor de álcool.
          Peixes mais gordurosos como os nossos Surubim, Pintado, Cachara, e mesmo o Pacú e Tambaqui, creio que seria uma pedida ousada e interessante, mas lembro que os dois últimos, só assados, sendo que os de couro, podem vir em caldeiradas e/ou assados.”
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Nanda, a noite foi ótima, o papo intrigante e interessante e a companhia maravilhosa. Até a próxima.

Red Kisses,

Chris, The Red