Veja algumas fotos desta viagem maravilhosa.
Em outra postagem, meus encontros com Van Gogh, Picasso, Frida, Warhol e muitos outros.
Red Kisses,
Chris, The Red
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SINOPSE DO FILME:
Há 15 anos, Carlos (Murilo Benício) foi ao cinema para se encontrar com Julia (Carolina Ferraz), sua colega de faculdade, por quem estava apaixonado. Entretanto, a espera é em vão, já que Julia não aparece, deixando Carlos sozinho no hall do cinema. Durante a espera, acontece algo que irá mudar a vida de Carlos para sempre. Quinze anos após este acontecimento, passamos a acompanhar três versões possíveis e distintas da vida de Carlos. Na primeira, ele é um homem que se divide entre a estabilidade de uma vida segura e um casamento morno e o desejo crescente de viver uma paixão. Na segunda, Carlos é um homossexual que colocou a paixão acima de tudo. E na terceira ele é um homem que ainda não descobriu o amor e que busca, em sucessivas e desastrosas experiências amorosas, a mulher ideal. Apenas uma destas vidas é real, sendo que outra é fictícia e a terceira é a que ele gostaria realmente de viver. Mas descobrir qual destas três possibilidades é a vida real de Carlos, é preciso voltar no tempo e conhecer o que realmente aconteceu com ele após a espera por Julia no hall de cinema. (Fonte: site Adoro Cinema)

"É ótimo que você ouça e seja um ombro amigo para alguém, mas há momentos em que a gente não precisa de um ombro. E se precisarmos de um braço, ou coisa parecida? Você não pode se limitar a se sentar lá, colocar a vida de todos à frente da sua e pensar que o que importa é o amor. Não pode fazer isso. Você tem que fazer coisas." (trecho do livro)
“It's great that you can listen and be a shoulder to someone, but what about when someone doesn't need a shoulder? What if they need the arms or something like that? You can't just sit there and put everybody's lives ahead of yours and think that counts as love. You just can't. You have to do things.”
"Então, eu acho que somos quem somos por várias razões. E talvez nunca conheçamos a maior parte delas. Mas mesmo que não tenhamos o poder de escolher quem vamos ser, ainda podemos escolher aonde iremos a partir daqui. Ainda podemos fazer coisas. E podemos tentar ficar bem com elas." (trecho do livro)
"So I guess we are who we are for a lot of reasons. And maybe we'll never know most of them. But even if we don't have the power to choose where we come from, we can still choose where we go from there. We can still do things. And we can try to feel okay about them."
"Talvez seja bom colocar as coisas em perspectiva, mas às vezes acho que a única perspectiva é estar aqui." (trecho do livro)
"Maybe it's good to put things in perspective, but sometimes, I think that the only perspective is to really be there."
"Eu me sinto infinito."(trecho do livro)
“I feel infinite.”
"E eu realmente estava ali. E foi o suficiente para que eu me sentisse infinito."(trecho do livro)
"I was really there. And that was enough to make me feel infinite."