Hoje, finalizei a criação do layout para o Blog do Ualmenidades, do meu amigo Ualison Moreira.
Dia 01 de fevereiro de 2010, criei a marca dele, como postado aqui: http://christhered.blogspot.com/2010/02/falando-de-amenidades.html
Dia 05 de março de 2011, criei o cartão de visita dele, como postado aqui: http://christhered.blogspot.com/2011/03/portfolio-ualmenidades-cartao-de-visita.html
E agora, finalizei o blog, criando um fundo bem legal para ilustrar o blog:
Para visitar o site, é só clicar: www.ualmenidades.com.br.
Red Kisses,
Chris
quinta-feira, 24 de março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
//Pós-Graduação: Fórum 14
O texto abaixo foi escrito para minha participação no fórum 14 da minha pós-graduação. Primeiramente, apresento a questão e em seguida, meu texto.
O texto “Passagens da Fotografia” propõe uma reflexão sobre o fazer fotográfico atual, tomando como ponto de partida uma de suas questões fundadoras, que sempre permeou os debates e ainda estimula a produção e o pensamento fotográficos. Essa questão diz respeito à própria definição da fotografia: o que a caracteriza enquanto prática e linguagem no contexto das artes visuais e dos demais saberes humanos?
Segundo nos explica Antonio Fatorelli, as possibilidades de resposta a essa questão, inaugurada no século XIX, já se deram marcadas por duas tendências. Uma purista, que tenderia a defender a autonomia da fotografia com relação a outras práticas e a definiria como reflexo da realidade através dos procedimentos próprios ao meio. Outrapluralista, que trataria de assimilar uma prática aberta às influências da pintura e de outras formas de expressão e teria introduzido um maior grau de experimentação técnico-formal e questionamento de seu índice de realidade.
A partir do delineamento dessas duas tendências, uma série de análises comparativas entre importantes fotógrafos nos orienta pelo desenvolvimento da fotografia até a produção mais atual. Com Emerson e Robinson, vimos como esse debate envolveu diferentes noções de veracidade e artifício no âmbito de uma busca comum por realismo; com Stieglitz e Man Ray, a recusa e a adesão à hibridização constituíram direções divergentes dentro de um mesmo interesse pela lógica subjacente das imagens; e com Meyerowitz e Fleischer, a virtualização contemporânea se apresenta em distintas ênfases, por um lado como um novo “sublime natural”, por outro lado como a radical dessubstancialização da fotografia.
Hoje, as redes e os recursos eletrônicos são meios de produção estética e de múltiplas experiências espaço-temporais, e a desmaterialização de processos e produtos transforma continuamente a nossa relação com os objetos e as imagens. Nesse contexto, como fica a antiga questão sobre o índice de realidade da imagem fotográfica?Parte significativa do fazer fotográfico recente tem evidenciado que as experiências que fazemos do real estão sempre, em alguma medida, misturadas ao aparente, ideal, ilusório ou suposto, isto é, são inseparáveis de uma dimensão virtual. E a recíproca também é verdadeira: experimentamos o virtual sempre em diálogo com o que conhecemos como real – lembre-se, por exemplo, do que acontece em sonhos, na imaginação ou em simulações eletrônicas.
Essa é uma lição que podemos extrair da obra dos contemporâneos Meyerowitz e Fleischer, já que o primeiro mostra um real filtrado pelo virtual, enquanto o segundo trabalha um virtual colado ao real. Poderíamos afirmar coisas semelhantes sobre as obras de Cindy Sherman e Laurie Simmons. Procure conhecer mais a respeito das produções desses quatro fotógrafos acessando-as na Internet ou em qualquer fonte à sua disposição.
Reflita: como essas obras lidam com a tensão entre “natureza” e “artifício”?
Aproveite para fazer a si mesmo esta pergunta: como o seu próprio trabalho articula as dimensões do real e do virtual, que inseparavelmente constituem as imagens?
O desenvolvimento do “virtual tecnológico” tem colaborado para uma crescente virtualização da fotografia, mas o interesse dos fotógrafos no vínculo real/virtual é anterior à expansão dos circuitos eletrônicos, pois surgiu junto com os primeiros recursos fotográficos, como vimos com Robinson. Outro fotógrafo que prefigurou as experimentações e a plena virtualização do momento atual foi Man Ray. Faça uma pesquisa mais ampla de imagens e textos sobre a obra desse artista que, além de fotógrafo, foi cineasta e pintor – e lembre-se dos dois trechos de seu filme “O retorno à razão” incluídos no CD-ROM. Observe a sua variada produção, sempre envolvida nas possibilidades da arte como meio de acesso ao inconsciente.
Fatorelli menciona três aspectos que seriam característicos das imagens na contemporaneidade: o descentramento, a desconexão com o aqui/agora e o trânsito entre diferentes suportes.Como poderíamos relacionar esses aspectos à obra de Man Ray?
Nesse fórum debata com seus colegas alguns significados e exemplos desses três aspectos na produção de Man Ray.
Toda esta evolução e questionamentos no campo da fotografia, assim como, alguns dos principais responsáveis por estas transformações, nos são apresentados no texto de Fatorelli. Entre estes representantes, encontra-se Man Ray.
Além disso, o autor introduz-nos a três conceitos: descentramento, desconexão com o aqui e o agora e trânsito entre os suportes [3]. e como proposto no questionamento deste fórum, o objetivo é associar as obras de Man Ray a estes três conceitos.
Primeiramente, faz-se necessário entender cada um deles. Para isso, vou utilizar a tríade apresentada por Fatorelli, das três imagens mas com adaptações.
Primeira imagem ou Descentramento
O trecho “o sentido da imagem passa a depender exclusivamente da participação do observador, da intencionalidade do criador e do seu próprio poder projetivo”, [4] para mim, é o que melhor conceitua esta ideia de descentrameto. Quando o foco da imagem deixa de ser uma transposição fiel da realidade, acontece uma descentralização do conceito principal e este pode assumir a forma que o seu observador desejar. o artista transfere para o público o poder de conceituar sua obra conforme a própria imaginação. A obra Self-Portrait Assemblage, de 1916, de Man Ray, encaixa-se neste conceito.
Geralmente, quando pensamos em auto-retrato, o imaginamos com o aspecto humano do artista. Man Ray se representou nesta obra por meio de objetos e transferiu para o observador a conceitualização dos elementos, a forma como podemos imaginar como ele se vê.
Segunda imagem ou Desconexão com o aqui e o agora
Cito o trecho “impõem um afastamento da noção de natureza como realidade a partir da qual se constituiria a imagem reflexo.”, [5] como o que melhor define este segundo conceito. O ato de fotografar se desconectou do momento presente, com a realidade vigente. Não fotogramos mais apenas o que vemos, mas o que podemos ver e imaginar. Para isso, os novos artistas criam cenários e situações com finalidades estritamente fotográficas.
Escolhi a obra Tears, de 1930-1932, para exemplificar este segundo conceito. Man Ray, para interpretar a mensagem de tristeza, de lágrimas, de dor, não precisou esperar uma situação de encontrar uma pessoa que estivesse chorando para expressá-la em uma foto. Pelo contrário, ele criou a situação, ele burlou o tempo e o espaço, retratando em uma imagem, uma situação que não existia no tempo real, a da dor, mas que foi criada.
Terceira imagem ou Trânsito entre os suportes
Por fim, o terceiro conceito apresentado por Fatorelli, o de trânsito entre os suportes. No texto, retiro o trecho “No âmbito da crítica da imagem, a categoria fotografia foi redefinida de modo a incorporar as mutações em curso. Fixado pelo ideário modernista em função da separação entre os diferentes meios de expressão, o conceito de fotografia foi estendido com vistas a abrigar formas limítrofes e híbridas.”, [6] como o que melhor denomina este conceito. Fotografar tornou-se um ato de misturar técnicas, ideais, sair do básico e buscar novas formas de realizar a arte da fotografia. E é neste conceito que eu vejo a melhor conexão das obras de Man Ray.
Man Ray foi um grande inovador nesta área. Com as técnicas de solarização e os “rayogramas”, ele reinventou a fotografia e ultrapassou os limites até então impostos a este campo artístico. E aqui, vejo muitos exemplos de obras. Abaixo, algumas delas:
O texto “Passagens da Fotografia” propõe uma reflexão sobre o fazer fotográfico atual, tomando como ponto de partida uma de suas questões fundadoras, que sempre permeou os debates e ainda estimula a produção e o pensamento fotográficos. Essa questão diz respeito à própria definição da fotografia: o que a caracteriza enquanto prática e linguagem no contexto das artes visuais e dos demais saberes humanos?
Segundo nos explica Antonio Fatorelli, as possibilidades de resposta a essa questão, inaugurada no século XIX, já se deram marcadas por duas tendências. Uma purista, que tenderia a defender a autonomia da fotografia com relação a outras práticas e a definiria como reflexo da realidade através dos procedimentos próprios ao meio. Outrapluralista, que trataria de assimilar uma prática aberta às influências da pintura e de outras formas de expressão e teria introduzido um maior grau de experimentação técnico-formal e questionamento de seu índice de realidade.
A partir do delineamento dessas duas tendências, uma série de análises comparativas entre importantes fotógrafos nos orienta pelo desenvolvimento da fotografia até a produção mais atual. Com Emerson e Robinson, vimos como esse debate envolveu diferentes noções de veracidade e artifício no âmbito de uma busca comum por realismo; com Stieglitz e Man Ray, a recusa e a adesão à hibridização constituíram direções divergentes dentro de um mesmo interesse pela lógica subjacente das imagens; e com Meyerowitz e Fleischer, a virtualização contemporânea se apresenta em distintas ênfases, por um lado como um novo “sublime natural”, por outro lado como a radical dessubstancialização da fotografia.
Hoje, as redes e os recursos eletrônicos são meios de produção estética e de múltiplas experiências espaço-temporais, e a desmaterialização de processos e produtos transforma continuamente a nossa relação com os objetos e as imagens. Nesse contexto, como fica a antiga questão sobre o índice de realidade da imagem fotográfica?Parte significativa do fazer fotográfico recente tem evidenciado que as experiências que fazemos do real estão sempre, em alguma medida, misturadas ao aparente, ideal, ilusório ou suposto, isto é, são inseparáveis de uma dimensão virtual. E a recíproca também é verdadeira: experimentamos o virtual sempre em diálogo com o que conhecemos como real – lembre-se, por exemplo, do que acontece em sonhos, na imaginação ou em simulações eletrônicas.
Essa é uma lição que podemos extrair da obra dos contemporâneos Meyerowitz e Fleischer, já que o primeiro mostra um real filtrado pelo virtual, enquanto o segundo trabalha um virtual colado ao real. Poderíamos afirmar coisas semelhantes sobre as obras de Cindy Sherman e Laurie Simmons. Procure conhecer mais a respeito das produções desses quatro fotógrafos acessando-as na Internet ou em qualquer fonte à sua disposição.
Reflita: como essas obras lidam com a tensão entre “natureza” e “artifício”?
Aproveite para fazer a si mesmo esta pergunta: como o seu próprio trabalho articula as dimensões do real e do virtual, que inseparavelmente constituem as imagens?
O desenvolvimento do “virtual tecnológico” tem colaborado para uma crescente virtualização da fotografia, mas o interesse dos fotógrafos no vínculo real/virtual é anterior à expansão dos circuitos eletrônicos, pois surgiu junto com os primeiros recursos fotográficos, como vimos com Robinson. Outro fotógrafo que prefigurou as experimentações e a plena virtualização do momento atual foi Man Ray. Faça uma pesquisa mais ampla de imagens e textos sobre a obra desse artista que, além de fotógrafo, foi cineasta e pintor – e lembre-se dos dois trechos de seu filme “O retorno à razão” incluídos no CD-ROM. Observe a sua variada produção, sempre envolvida nas possibilidades da arte como meio de acesso ao inconsciente.
Fatorelli menciona três aspectos que seriam característicos das imagens na contemporaneidade: o descentramento, a desconexão com o aqui/agora e o trânsito entre diferentes suportes.Como poderíamos relacionar esses aspectos à obra de Man Ray?
Nesse fórum debata com seus colegas alguns significados e exemplos desses três aspectos na produção de Man Ray.
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Não querendo entrar no mundo Freudiano, mas já que o mesmo foi citado no texto analisado, Passagens da Fotografia, de Antonio Fatorelli, em diversos momentos, por exemplo, na página 02:“fortemente ancoradas na subjetividade do artista, que encontram seu correlato nas várias grades modernistas e no modelo de inconsciente proposto pelas correntes psicanalíticas centradas nas contribuições de Sigmund Freud.”
Também na página 07: “Ao apontar para uma engenharia da interioridade do sujeito e para uma lógica subjacente das imagens, o conceito freudiano de inconsciente está no cerne da produção”. E na página 16: “Acolhendo o método de análise defendido por Freud, em especial o lugar de prioridade que este concedeu à realidade psíquica e ao sonho como expressão do inconsciente, Breton defende, no seu primeiro manifesto, a superação das antinomias que segregam a realidade cotidiana do universo onírico.”
Sempre que analisamos a história da arte, é inevitável que este jogo de psique, sentimentos, duelos e contradições estejam presentes, pois é parte da nossa natureza, questionar, incomodar-se e incomodar, criticar, ir no caminho oposto. Assim é construída a história da Humanidade, assim é construída a história das Artes Visuais e o campo da fotografia não ficaria de fora. E este é um dos aspectos que caracteriza a fotografia enquanto prática e linguagem nas artes visuais. Desde a invenção da câmera fotográfica, fotógrafos/artistas buscam novas formas de imortalizar o que se vê, o que se vive, transformar nossas memórias em imagens reais. Hoje, mais do que nunca, fotografamos, uma câmera fotográfica é essencial em qualquer aparelho celular que se preze.
No Iphone, o Instagram [1] é um dos aplicativos mais baixados na App Store. E todos buscam não apenas fotografar o real, mas transformar a realidade fotografada.
Hoje, observamos a busca por lentes para a câmeras fotográficas que distorcem a realidade. Vide as fotos abaixo da Monjardim Noleto Fotografia [2]. Não busca-se apenas eternizar o momento, mas transformar este momento por meio de uma imagem distorcida da realidade.
Não querendo entrar no mundo Freudiano, mas já que o mesmo foi citado no texto analisado, Passagens da Fotografia, de Antonio Fatorelli, em diversos momentos, por exemplo, na página 02:“fortemente ancoradas na subjetividade do artista, que encontram seu correlato nas várias grades modernistas e no modelo de inconsciente proposto pelas correntes psicanalíticas centradas nas contribuições de Sigmund Freud.”
Também na página 07: “Ao apontar para uma engenharia da interioridade do sujeito e para uma lógica subjacente das imagens, o conceito freudiano de inconsciente está no cerne da produção”. E na página 16: “Acolhendo o método de análise defendido por Freud, em especial o lugar de prioridade que este concedeu à realidade psíquica e ao sonho como expressão do inconsciente, Breton defende, no seu primeiro manifesto, a superação das antinomias que segregam a realidade cotidiana do universo onírico.”
Sempre que analisamos a história da arte, é inevitável que este jogo de psique, sentimentos, duelos e contradições estejam presentes, pois é parte da nossa natureza, questionar, incomodar-se e incomodar, criticar, ir no caminho oposto. Assim é construída a história da Humanidade, assim é construída a história das Artes Visuais e o campo da fotografia não ficaria de fora. E este é um dos aspectos que caracteriza a fotografia enquanto prática e linguagem nas artes visuais. Desde a invenção da câmera fotográfica, fotógrafos/artistas buscam novas formas de imortalizar o que se vê, o que se vive, transformar nossas memórias em imagens reais. Hoje, mais do que nunca, fotografamos, uma câmera fotográfica é essencial em qualquer aparelho celular que se preze.
No Iphone, o Instagram [1] é um dos aplicativos mais baixados na App Store. E todos buscam não apenas fotografar o real, mas transformar a realidade fotografada.
Hoje, observamos a busca por lentes para a câmeras fotográficas que distorcem a realidade. Vide as fotos abaixo da Monjardim Noleto Fotografia [2]. Não busca-se apenas eternizar o momento, mas transformar este momento por meio de uma imagem distorcida da realidade.
Além disso, o autor introduz-nos a três conceitos: descentramento, desconexão com o aqui e o agora e trânsito entre os suportes [3]. e como proposto no questionamento deste fórum, o objetivo é associar as obras de Man Ray a estes três conceitos.
Primeiramente, faz-se necessário entender cada um deles. Para isso, vou utilizar a tríade apresentada por Fatorelli, das três imagens mas com adaptações.
Primeira imagem ou Descentramento
O trecho “o sentido da imagem passa a depender exclusivamente da participação do observador, da intencionalidade do criador e do seu próprio poder projetivo”, [4] para mim, é o que melhor conceitua esta ideia de descentrameto. Quando o foco da imagem deixa de ser uma transposição fiel da realidade, acontece uma descentralização do conceito principal e este pode assumir a forma que o seu observador desejar. o artista transfere para o público o poder de conceituar sua obra conforme a própria imaginação. A obra Self-Portrait Assemblage, de 1916, de Man Ray, encaixa-se neste conceito.
Geralmente, quando pensamos em auto-retrato, o imaginamos com o aspecto humano do artista. Man Ray se representou nesta obra por meio de objetos e transferiu para o observador a conceitualização dos elementos, a forma como podemos imaginar como ele se vê.
Segunda imagem ou Desconexão com o aqui e o agora
Cito o trecho “impõem um afastamento da noção de natureza como realidade a partir da qual se constituiria a imagem reflexo.”, [5] como o que melhor define este segundo conceito. O ato de fotografar se desconectou do momento presente, com a realidade vigente. Não fotogramos mais apenas o que vemos, mas o que podemos ver e imaginar. Para isso, os novos artistas criam cenários e situações com finalidades estritamente fotográficas.
Terceira imagem ou Trânsito entre os suportes
Por fim, o terceiro conceito apresentado por Fatorelli, o de trânsito entre os suportes. No texto, retiro o trecho “No âmbito da crítica da imagem, a categoria fotografia foi redefinida de modo a incorporar as mutações em curso. Fixado pelo ideário modernista em função da separação entre os diferentes meios de expressão, o conceito de fotografia foi estendido com vistas a abrigar formas limítrofes e híbridas.”, [6] como o que melhor denomina este conceito. Fotografar tornou-se um ato de misturar técnicas, ideais, sair do básico e buscar novas formas de realizar a arte da fotografia. E é neste conceito que eu vejo a melhor conexão das obras de Man Ray.
Man Ray foi um grande inovador nesta área. Com as técnicas de solarização e os “rayogramas”, ele reinventou a fotografia e ultrapassou os limites até então impostos a este campo artístico. E aqui, vejo muitos exemplos de obras. Abaixo, algumas delas:
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Untitled Rayograph (Net and Shavings), 1924 |
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Sleeping Woman, 1929 |
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Calla Lilies, 1930 |
sexta-feira, 18 de março de 2011
//The Red Recomenda: Palestra Energia Eólica e Solar (Como Gerar sua Própria Energia Elétrica promovendo a Sustentabilidade)
Próxima segunda-feira, acontecerá a palestra
Apareçam por lá.
Energia Eólica e Solar
Como Gerar sua Própria Energia Elétrica
promovendo a Sustentabilidade
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quinta-feira, 17 de março de 2011
//Videos: Tendência
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terça-feira, 15 de março de 2011
//Portfolio: Julio Skov Videos - Gambler
Conforme anunciado anteriormente, mais um super lançamento de vídeo do Julio Skov Vídeos e mais uma arte criada por mim para o DVD Promocional de Gambler, música dos anos 80 da Madonna. Confiram:
O Vídeo
A Arte
Para fazer o download do vídeo e da arte em alta qualidade, clique aqui.
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O Vídeo
A Arte
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//Voices of My Mind: logos
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segunda-feira, 14 de março de 2011
//Pós-Graduação: Questão Individual 06
Questão:
No Módulo I, estudamos as obras incluídas no CD-ROM a partir de suas relações com dez conceitos. Esses conceitos nos ajudaram a perceber alguns aspectos importantes nessas obras, como questões estéticas, vínculos com o contexto histórico e significados culturais, e nos permitiram refletir sobre possíveis relações entre trabalhos bem distintos entre si, como peças de vestuário, pinturas e cadeiras. Mas, como vimos desde o começo do curso, todos os objetos e imagens podem ser experimentados e compreendidos sob inúmeros pontos de vista, portanto podem relacionar-se a conceitos e significados diversos.
Propomos agora que você exercite diferentes possibilidades de interpretação dos conceitos e das obras reunidas no CD-ROM.
Escolha um dos dez conceitos trabalhados ao longo do Módulo I (fragmentação, profusão, movimento, leveza, distorção, montagem, repetição, abstração, geometria ou sinuosidade). Vá ao CD-ROM e, utilizando a ferramenta Espaço de Pesquisa, selecione um grupo de cinco a oito obras que, na sua opinião, também possam ser relacionadas ao conceito escolhido, sem levar em conta as dez obras que já foram associadas a esse conceito no seu respectivo Bloco.
Elabore um texto, com no máximo uma lauda de extensão , sobre as obras que você selecionou, explicando como percebe as relações de cada uma com o conceito escolhido, e envie o texto.
Resposta:
A segunda obra é o readymade de Duchamp, Roda de Bicicleta, 1913. A própria ideia de readymade já traz em si o conceito de Fragmentação. Ao utilizar pedaços de uma bicicleta, conectando-a a um banco de madeira, Marcel não apenas utilizou o conceito de fragmentação, mas trouxe para o valor artístico, objetos que separados não tinham tal valor.

Do Bloco Abstração, trago a obra de Iberê Camargo, Núcleo em expansão, 1965. A forma como o artista utilizou a pintura para representar esta explosão energética, por meio de fragmentos de pinceladas ou como o próprio texto cita: “a força gestual da pincelada, que faz a tinta pulsar e quase nos tragar em seus turbilhões”. Esta forma de pintura me remete ao conceito de fragmentação, no qual as pinceladas formam uma imagem única,
a imagem de uma expansão.
Por fim, trago a obra de Alberto Giacometti, “Mulher em pé”, 1957, do Bloco Distorção, para concluir as exemplificações de como o conceito de Fragmentação conecta-se aos outros conceitos estudados no módulo 1.
Na obra em questão, “a matéria degradada, quase sem forma, sem proporção ou equilíbrio”. No meu ponto de vista, Giacometti distorce a forma humana, mostrando-a como ele a vê na realidade. A interpretação do artista para a realidade vivenciada.
Esta simboliza a ideia de uma sociedade fragmentada, de uma sociedade rompida e corrompida pela quebra de valores, da ética e do respeito humano vivenciada
nas duas guerras mundiais.
No Módulo I, estudamos as obras incluídas no CD-ROM a partir de suas relações com dez conceitos. Esses conceitos nos ajudaram a perceber alguns aspectos importantes nessas obras, como questões estéticas, vínculos com o contexto histórico e significados culturais, e nos permitiram refletir sobre possíveis relações entre trabalhos bem distintos entre si, como peças de vestuário, pinturas e cadeiras. Mas, como vimos desde o começo do curso, todos os objetos e imagens podem ser experimentados e compreendidos sob inúmeros pontos de vista, portanto podem relacionar-se a conceitos e significados diversos.
Propomos agora que você exercite diferentes possibilidades de interpretação dos conceitos e das obras reunidas no CD-ROM.
Escolha um dos dez conceitos trabalhados ao longo do Módulo I (fragmentação, profusão, movimento, leveza, distorção, montagem, repetição, abstração, geometria ou sinuosidade). Vá ao CD-ROM e, utilizando a ferramenta Espaço de Pesquisa, selecione um grupo de cinco a oito obras que, na sua opinião, também possam ser relacionadas ao conceito escolhido, sem levar em conta as dez obras que já foram associadas a esse conceito no seu respectivo Bloco.
Elabore um texto, com no máximo uma lauda de extensão , sobre as obras que você selecionou, explicando como percebe as relações de cada uma com o conceito escolhido, e envie o texto.
Resposta:
Na realização do meu trabalho prático do Bloco Fragmentação, eu escrevi: “Brincar com o todo, transformando-o em partes, para criar um novo todo”.
Muitas são as obras que vimos no módulo 1 que seguem esta mesma ideia de recriar uma nova identidade a partir de pedaços, resíduos, fragmentos de um todo. Ou ainda, o uso do elemento simples, único para a construção da unidade.
Muitas são as obras que vimos no módulo 1 que seguem esta mesma ideia de recriar uma nova identidade a partir de pedaços, resíduos, fragmentos de um todo. Ou ainda, o uso do elemento simples, único para a construção da unidade.
Como veremos a seguir nas obras que escolhi para compor este artigo e exemplificar como os conceitos estudados se interligam.
Primeiramente, no Bloco Movimento, escolhi duas obras que trazem em si o conceito de Fragmentação.
O primeiro é o cartaz criado por Georgii e Vladimir Stenberg, para o filme Um homem com uma câmera, 1929. O dinamismo, movimento e a perspectiva que observamos no cartaz é fruto do uso de fragmentos de imagens, que foram reunidas por meio da técnica de fotomontagem, criando uma nova identidade.
O primeiro é o cartaz criado por Georgii e Vladimir Stenberg, para o filme Um homem com uma câmera, 1929. O dinamismo, movimento e a perspectiva que observamos no cartaz é fruto do uso de fragmentos de imagens, que foram reunidas por meio da técnica de fotomontagem, criando uma nova identidade.
A segunda obra é o readymade de Duchamp, Roda de Bicicleta, 1913. A própria ideia de readymade já traz em si o conceito de Fragmentação. Ao utilizar pedaços de uma bicicleta, conectando-a a um banco de madeira, Marcel não apenas utilizou o conceito de fragmentação, mas trouxe para o valor artístico, objetos que separados não tinham tal valor.
No Bloco Leveza, escolhi a obra Trenzinho de Mira Schendel, 1966. Pedaços de papel que alinhados um atrás do outro transmitem a ideia de um trem. Os fragmentos que compõem uma imagem, uma ideia. E vai além, pois por ser uma obra não durável, o que ficou foram pedaços da obra nas memórias dos que tiveram a oportunidade de vê-la pessoalmente.

Do Bloco Abstração, trago a obra de Iberê Camargo, Núcleo em expansão, 1965. A forma como o artista utilizou a pintura para representar esta explosão energética, por meio de fragmentos de pinceladas ou como o próprio texto cita: “a força gestual da pincelada, que faz a tinta pulsar e quase nos tragar em seus turbilhões”. Esta forma de pintura me remete ao conceito de fragmentação, no qual as pinceladas formam uma imagem única,
a imagem de uma expansão.
A obra de Raoul Housmann, “ABCD, retrato do artista”, 1923, do Bloco Montagem é a própria representacão gráfica do conceito de fragmentação. A colagem de várias imagens que forma a identidade do autor. A fragmentação que está diretamente ligada a escola dadaísta e que é um dos conceitos essenciais desse movimento.
Pedaços de vagão de trem transformam-se em uma ideia. A ideia do caos urbano, do que está ao nosso redor e não é visto, transformam o olhar de quem os vê. Pedaços de trem formam um todo. Aqui está a fragmentação na obra sem título, de José Resende, de 2002, que vimos no Bloco Repetição.
São os fragmentos que formam a obra Die Erfüllung, 1905-7, de Gustav Klimt, que vimos no Bloco Geometria. Formas, cores, fragmentos. A conexão destes elementos é uma constante nas obras de Klimt e encaixam-se perfeitamente no conceito de Fragmentação, quando pedaços de vários elementos, como elipses, quadrados, triângulos, cores, círculos, entre outros se harmonizam e dão forma às suas obras incríveis.
Quando Raoul Ubac traz a técnica da solarização à fotografia, ele não apenas distorce a realidade, ele apresenta pedaços desta realidade. É o que observamos na obra “O combate de Pentesiléia”, 1937, estudada no Bloco Profusão. Em sua obra, Ubac nos apresenta uma profusão de formas brilhantes que são apenas fragmentos do objeto retratado.
Por fim, trago a obra de Alberto Giacometti, “Mulher em pé”, 1957, do Bloco Distorção, para concluir as exemplificações de como o conceito de Fragmentação conecta-se aos outros conceitos estudados no módulo 1.
Na obra em questão, “a matéria degradada, quase sem forma, sem proporção ou equilíbrio”. No meu ponto de vista, Giacometti distorce a forma humana, mostrando-a como ele a vê na realidade. A interpretação do artista para a realidade vivenciada.
Esta simboliza a ideia de uma sociedade fragmentada, de uma sociedade rompida e corrompida pela quebra de valores, da ética e do respeito humano vivenciada
nas duas guerras mundiais.
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Red Kisses,
Chris, The Red
//Videos: You'll See vs Verás by Julio Skov
Eu adoro este vídeo e trago mais uma vez aqui no blog para quem não vi, ver e quem já viu, ver de novo:
Red Kisses and Good Day!!!!
Chris, The Red
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domingo, 13 de março de 2011
//Words: Palavras por Alysson Santos
Li as palavras abaixo e me cativou pela beleza, pela simplicidade e pela profundidade. O autor é o Alysson Santos, de Olinda, do blog http://entrecolchetess.blogspot.com/.
Dos infortúnios do tempo presente não superlativo
Ando observando um estranho movimento no mundo
desde então só o silêncio me tem feito companhia:
reverberações ora instantâneas de tudo que se vive
ora lentas e fagueiras, dão de sí como quem faz
o grande esforço de ser.
Os caros minutos de outrora se tornaram lentos,
gris
e eu sem pressa alguma,
da janela de onde estou, vejo nuvens
cheias de mistério ao longe
encobrindo tolas certezas
sem deixar rastros.
Se teu sonho te enche de paz
absorve-te nele.
Dos infortúnios do tempo presente não superlativo
Ando observando um estranho movimento no mundo
desde então só o silêncio me tem feito companhia:
reverberações ora instantâneas de tudo que se vive
ora lentas e fagueiras, dão de sí como quem faz
o grande esforço de ser.
Os caros minutos de outrora se tornaram lentos,
gris
e eu sem pressa alguma,
da janela de onde estou, vejo nuvens
cheias de mistério ao longe
encobrindo tolas certezas
sem deixar rastros.
Se teu sonho te enche de paz
absorve-te nele.
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//Coming Next:: Gambler by Julio Skov
O próximo lançamento do Julio Skov Vídeos, será o vídeo da música Gambler, da Madonna, bem anos 80.
Para compor a capa, o Julio me deu a ideia de trabalhar com um dos grandes ícones desta época: os óculos Ray Ban.
Algo muito forte que lembro dos anos 80 é que tudo era uma explosão de cores, uma verdadeira guerra.
E foram estes dois elementos que eu trouxe para a arte deste DVD Promocional que será lançado amanhã, segunda, dia 14 de março de 2011.
Mais um super sucesso do Julio!
Red Kisses,
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segunda-feira, 7 de março de 2011
//Video: Keane - Bad Dream
Descobri esta banda há alguns anos com a música Everybody's Changing, minha música favorita deles e este é um dos vídeos que mais gosto. É um excelente vídeo que trabalha com jogo de luz e sombra de forma muito interessante, crescendo conforme a música, rumo a libertação. Confira:
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Selo Dardos
O Ual, do blog Ualmenidades me presenteu com um selinho de reconhecimento, o Selo Dardos.
"O Prêmio Dardos é o reconhecimento dos ideais que cada blogueiro emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc... que, em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras e suas palavras."
- Exibir a imagem do selo no blog
- Exibir o link do blog que você recebeu a indicação
- Escolher outros blogs para dar a indicação e avisá-los.
Então, aqui vai minhas escolhas de blog. São blogs que visito com bastante frequência e que gosto bastante:
"O Prêmio Dardos é o reconhecimento dos ideais que cada blogueiro emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc... que, em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras e suas palavras."
Muito Obrigado, Ual pela lembrança, me deixou muito feliz.
Olha o selinho:
Mas para manter o selinho, tem algumas regrinhas, aqui estão elas:
Olha o selinho:
- Exibir o link do blog que você recebeu a indicação
- Escolher outros blogs para dar a indicação e avisá-los.
Então, aqui vai minhas escolhas de blog. São blogs que visito com bastante frequência e que gosto bastante:
- Literatura Clandestina: http://literaturaclandestina.blogspot.com/
- Madonna Ever: http://madonnaever.blogspot.com/
- Amenidades do Design: http://www.amenidadesdodesign.com.br/
- CaahBeta: http://caahbeta.blogspot.com/
- Homme Xic: http://hommexic.blogspot.com/
- Design.Blog: http://design.blog.br/
- Revista Prego: http://revistaprego.blogspot.com/
É isso!
Obrigado, Ual!
Red Kisses,
Chris, The Red
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Chris, The Red
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