sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Oneness por Mariko Mori

Dia 02 de fevereiro, fui com minha amiga Nanda visitar a exposição do Mariko Mori, no CCBB-DF. Mariko é uma artista japonesa que transmite sua arte por meio de vídeos, fotos e esculturas.

A exposição é totalmente diferente da anterior, Escher. Enquanto a exposição de Escher era cheio de obras. Mariko prima pela simplicidade, pela beleza singular, misturada a tecnologia e interação com o público. Uma exposição cheia de simbologias, como é a cultura japonesa. Vale a pena a visita.

















Para ver  mais: https://picasaweb.google.com/cgsousa/OnenessMarikoMoriCCBBDF03032011#

Red Kisses,

Chris, The Red

Retornando

Oi, pessoal!

Passei uns dias sem postar, por precisar mesmo de um tempo para descansar, energizar, enfrentar uma situação inesperada, decepcionante e difícil. Mas estou de volta e com muita coisa para falar.

Primeiramente, há algumas semanas, participei de um seminário na Universidade de Brasília, sobre Pesquisa Baseada nas artes, com os professores Belidson Dias (UnB) e Rita Irwin (British Columbia University/Canadá). Foi uma agradável surpresa este seminário, pois esperava ser algo e foi bem melhor do que eu esperava e ainda me deparei com um nova área de conhecimento que nem sabia que existia: a/r/tography. Para conhecer um pouco mais sobre esta área de conhecimento, acesse: http://m1.cust.educ.ubc.ca/artography/. Sugiro também acessar o link do InSEA, ONG Internacional de Educação baseada nas Artes: http://www.insea.org/.

Com certeza, voltarei ainda ao tema da a/r/tography no meu blog. Na medida em que me aprofundar nesta área de conhecimento.

Passei também um tempo em São Paulo e Teresina. Em Sp, tive a oportunidade de ir a duas interessantes exposições.

A primeira no CCBB-SP, Islã. Sobre cultura e arte islâmica. Fui com meu amigo Ualison e foi bem legal conhecer um pouco mais sobre esta cultura incrível, histórica e maravilhosa.



Para ver mais fotos: https://picasaweb.google.com/cgsousa/IslaCCBBSPDia11022011#

A segunda exposição foi Água na Oca. Foi bem interessante, informativa e importante sobre este recurso vital para a nossa sobrevivência. Vale muito a pena a visita.

















Também fui para Teresina, passar uns dias com as duas pessoas mais importantes na minha vida: minha mãe e minha irmã. Curtir colinho de mamãe e carinho de maninha. Divertir e comemorar também a aprovação de minha irmã no Vestibular.


Por enquanto, é só!!!!

Red Kisses,

Chris

domingo, 20 de fevereiro de 2011

//Pós-Graduação: Questão Individual 07

No Módulo I, as obras incluídas no CD-ROM foram estudadas com base em dez conceitos que motivaram nossas análises e nos permitiram propor uma série de interpretações e relações a partir dessas obras. Esses conceitos foram escolhidos por seu interesse metodológico, isto é, porque nos pareceram interessantes e sugestivos de conexões e questões centrais para a produção do período estudado. Mas pelo próprio caráter ilimitado da interpretação e da construção de relações, poderíamos pensar essas mesmas obras a partir de inúmeros outros conceitos, que ajudariam a vê-las de modos, talvez, bem diferentes dos vistos até aqui.

Exercite agora outras possibilidades de análise, tomando como ponto de partida o conceito de “contradição”, mencionado no texto de Washington Lessa. Volte ao texto e reflita sobre o sentido atribuído a esse conceito.

Em seguida, vá ao CD-ROM e, utilizando a ferramenta Espaço de Pesquisa, selecione um grupo de cinco a oito obras que, na sua opinião, possam ser relacionadas à “contradição”.

Elabore e envie um texto, com no máximo uma lauda de extensão, sobre as obras que você selecionou, explicando como percebe as relações de cada uma com o conceito. 


“Less is bore”, exclama Mies van der Rohe em relação ao lema “Less is more” defendida pelos ideais funcionalistas.[1] E assim, ao longo dos anos, temos visto artistas, designers, arquitetos e outros profissionais do campo das artes visuais que, por meio de suas obras, contradizem, questionam os valores vigentes, em uma constância de ação e reação de ideias.

No fórum anterior, discutimos muito sobre esta contradição de conceitos existentes no campo do design e da arte, onde termina o design e onde começa a arte? Uma exclui a outra? O design é sempre funcional? Por anos, temos observado estas “batalhas conceituais”, nas quais artistas discutem por meio de suas obras as verdades ditas absolutas. 

Por anos, o ideal de beleza humano defendido pela escola clássica traduzia-se pelas formas perfeitas, como a eterna escultura grega Venus de Milo. Na arte moderna, artistas vão de encontro a este ideal de beleza mostrando as figuras humanas com aspectos caóticos, representados pela dor e o sofrimento, por exemplo, a obra Mulher em pé (1957), de Alberto Giacometti, analisada no bloco Distorção.

Outro tema contraditório que podemos tirar das obras estudadas no módulo 1 é a dualidade entre o feminino e o masculino traduzida na questão das contradições entre estes dois universos e que foi retratado no bloco Leveza, com o vídeo Entr’acte, de René Clair (1924). O ideal de leveza das formas e gestos femininos é contraposto pela bailarina que no final é mostrado ser, na verdade, um homem barbado, brigando com o imaginário da leveza e do universo feminino.

E falando um pouco mais do mundo feminino, onde a moda sempre foi um forte campo de contradições, em que há uma eterna valorização das curvas femininas, com decotes, espartilhos e fendas. Paul Poiret cria a roupa Fantasio (1921), vista no bloco Sinuosidade, para brigar e contradizer com a ideia difundida na moda feminina que torturava as mulheres com espartilhos que lhe “asfixiavam” e lhe tiravam a liberdade.
Ainda no mundo da moda, em 1965, Yvez Saint Laurent, quebra as barreiras entre as artes plásticas e a moda, trazendo para a moda, a obra de Piet Mondrian, com o vestido Mondrian, que vimos no bloco Abstração. Contradizendo os ideais dos que defendiam a separação dos campos artísticos acreditando que a moda e as artistas plásticas não se misturavam. 

E indo além, contradizendo o conceito de uma obra pura defendida por Mondrian, quando traz para a moda, o conceito de arte como consumo em massa e que alcançaria um nível ainda mais profundo com a pop art, que tem em Andy Warhol, um dos seus principais representantes. 
Warhol traz para a discussão a ambigüidade existente entre a arte, o comércio e o consumo em massa. As obras de Warhol retratam profundamente a sociedade de consumo e seus ícones, como a obra que vimos no bloco Repetição, 25 Marilyns coloridas (1962).

Ao mesmo tempo, Warhol traz para a discussão a ideia de simplicidade, da contradição dos que defendem que a obra deve ser simples. Warhol defende a obra rebuscada, repetida, como forma de representar os valores da sociedade e a perda da individualidade, os falsos valores, mitos e o consumo em excesso.

Por fim, a própria cadeira Favela (2003), dos irmãos Campana, tão discutida nesta unidade, traz para discussão a contradição da funcionalidade versus estética, da simplicidade versus a riqueza e, principalmente, trazem a tona mais elementos para o velho tema de onde termina o design e onde começa a arte e vice-versa.

Assim, estas são algumas das obras estudadas no módulo I que trazem em si o conceito de contradição, de obras que “contrapõe aos ideais modernistas de unidade, clareza, simplicidade e harmonia as categorias de riqueza, ambigüidade, contradição e redundância”, apresentado no texto de Washington Lessa.[2]



Notas de rodapé:
[1] Texto O Desenvolvimento do Design e a Questão Estética, Washington Dias Lessa, página 13
[2] Texto O Desenvolvimento do Design e a Questão Estética, Washington Dias Lessa, página 13


Red Kisses,

Chris, The Red

domingo, 23 de janeiro de 2011

Artigo: “Arte e modernidade – entre fins e recomeços” por Roberto Conduru

Ano começou e acabou o recesso na pós-graduação. Já estamos a todo vapor e com nova leitura. O texto de discussão da semana foi escrito por Roberto Canduru e se chama: “Arte e modernidade – entre fins e recomeços”. E sobre ele foi o questionamento para discussão:

No texto “Arte e modernidade – entre fins e recomeços”, Roberto Conduru apresenta como uma das condições da arte a estrutura de “jogo”, em que, além do artista e do público, outros agentes e instâncias do sistema cultural e econômico interagem na construção dos significados de uma obra. Existe um complexo processo de significação e valoração do trabalho de arte que não se baseia apenas em dados objetivos, como as técnicas ou os meios empregados na obra: são igualmente determinantes os interesses de forças institucionais, culturais e mercadológicas.
Segundo o autor, a consciência de todas essas forças atuantes na arte é especialmente característica nos artistas desde a década de 1960, quando seus trabalhos se tornaram mais reflexivos e críticos com relação ao chamado “sistema de arte”. Diferentes estratégias artísticas passaram, então, a revelar e a testar os limites desse sistema. Uma delas foi intervir diretamente nos espaços expositivos, muitas vezes identificados com a força das instituições de arte. Tome, por exemplo, a obra “Cortes”, de Carl Andre, estudada no bloco Montagem. Procure refletir sobre a afirmação do autor de que o minimalismo teria se constituído como uma espécie de ação artística, que questionava a função cerceadora do sistema cultural.
A idéia de que a arte seria uma ação é, de fato, central para a arte contemporânea. “Cortes” mostra como os artistas passaram a se interessar cada vez mais por ocupar, modificar ou criar situações temporárias em galerias, museus e outros espaços públicos, em vez de criar objetos autônomos. O trabalho se tornava, portanto, a própria ação realizada naquele lugar, durante o período destinado à fruição pública. Negando o status do objeto (quando a obra “Cortes” é desmontada, sobram apenas tijolos e fotografias) e afirmando o valor da ação e da fruição, os artistas se opunham a valores vigentes, baseados na permanência, na unicidade e em significados instituídos.
O texto menciona trabalhos de outros artistas que funcionam contra a “lógica de domesticação” dos sistemas culturais e econômicos. A intervenção urbana de José Resende, que vimos no bloco Repetição, e a performance “I like America and America likes me” (“Eu gosto da América e a América gosta de mim”), do alemão Joseph Beuys, são duas ações artísticas em lugares públicos que procuraram transformar o “jogo da arte” em diálogos críticos com o público. No primeiro, a ação do artista altera drasticamente a paisagem, abrindo possibilidades de experiência e sentidos imprevistos em um lugar desvalorizado, esquecido. No segundo, o artista se confinou por cinco dias em uma galeria norte-americana junto com um coiote, que é um animal-símbolo dos EUA – uma declarada provocação aos valores do sistema cultural norte-americano. Pesquise mais, na Internet ou em outros materiais, sobre as ações artísticas de Beuys. Aproveite para pesquisar também o trabalho de outros artistas citados, como Richard Serra e Jenny Holzer – duas referências fundamentais para a prática contemporânea da arte como intervenção crítica em contextos públicos, sobretudo urbanos.
Ao longo do século XX a arte aprofundou a sua função crítica com relação aos sistemas de práticas e valores instituídos – sua força poética passou a estar ligada à capacidade de problematizar, questionar e testar esses sistemas.
Considere, agora, a atividade criativa em seu campo profissional. Reflita sobre as forças culturais e econômicas atuantes na produção e na circulação dos objetos e imagens produzidos com essa atividade. De que maneira a criação nesse campo poderia ser uma espécie de ação crítica? Ou seja, como poderia chamar a atenção de seus usuários/clientes para as relações e valorações em que estão envolvidos, nos circuitos da cultura e do consumo? O que seria “promover diálogos críticos” com esse público?
A partir dessas reflexões, dialogue com seus colegas: o que é, do seu ponto de vista, ser reflexivo e crítico na criação profissional?

Como designer e ser criador, todos os dias enfrento um novo desafio, um novo projeto em que o sonho de alguém está sob a minha responsabilidade. Pessoas que confiam no meu talento e buscam, na minha arte, a imagem personificada das suas imaginações. 
Como designer, todos os dias, tenho que estar atento a novas formas, a criar uma arte que seja diferenciada e conquiste os olhos que se pousarem sobre ela. E além disso, como designer, preciso buscar criar algo que tenha uma base, uma história, que seja diferente do que existe, do comum.
O grande dilema de qualquer artista que tenha respeito pelas suas criações e pelo mundo da arte. Fazer da sua arte algo que ultrapasse os limites, os conceitos, que critique, que mude, que faça diferente. A seguir, contarei uma historinha de como a responsabilidade do artista é grande neste meio, e o tanto de variáveis que estão diretamente relacionadas com o que o artista cria.
Em 2009, a Lorena Monjardim entrou em contato comigo, pois eles estavam completamente tristes com o designer com o qual trabalhavam até então. E uma amiga em comum indicou-me para eles. Ela me ligou e já no começo da conversa ela me fala: “olha, eu quero um designer que crie a nova identidade da minha empresa e depois, suma da minha vida”. Isto só para ter uma ideia de como estavam descontentes com o profissional do design. Além da responsabilidade de criar uma nova identidade visual capaz de conquistá-los, eu ainda tinha que reconstruir a imagem do profissional que eles haviam perdido.
Em dezembro daquele mesmo ano, quando já tinha criado a nova identidade visual (aprovadíssima!!!) da Monjardim Noleto Fotografia, ela e o Rafael Noleto me convidaram para uma parceria, na qual eu assumiria a direção de arte dos álbuns de casamentos. Tal convite foi, para mim, um grande presente, pois demonstrava que tinha conseguido. Além de criar a nova identidade visual, recuperei a confiança deles no profissional de design. E isto é algo que nos leva a refletir sobre o nosso papel diante da sociedade, do papel da arte e da criação.
E assim, tem sido ao longos dos anos na história da Arte. Enquanto artistas, estamos conectados com valores, sentimentos, desejos, amores, sonhos, frustrações, derrotas e vitórias. O mundo ao nosso redor conectado às nossas criações e nossas criações conectadas ao mundo a nosso redor. Sempre foi assim e sempre será. E o que tem mudado então?
Bom, ao meu ver, o que tem mudado é a forma como esta conexão tem sido feita, a forma como ela tem evoluído. Até mesmo a forma como vemos a arte. E por mais que os conservadores não gostem da ideia, não há como negar, o computador e a internet foram e são dois grandes atores nesta revolução do mundo da arte.
Roberto Conduro inicia seu texto mencionando estas transformações e citando alguns artistas que fizeram parte destas mudanças. E completaria esta lista com os vários artistas anônimos que eu vejo nos meus passeios diários por sites na Internet. Tem muita gente boa, trabalhos incríveis que graças a esta nova tecnologia, a internet, estas obras tornaram-se acessíveis de uma forma como nunca vista antes. Visito vários sites e participo de várias redes sociais de design e todos os dias me surpreendo com algum trabalho. E gostaria de apresentar alguns aqui:




Floating Mind

E como estes, encontramos muitos na Internet. São os novos atores deste jogo que Conduru tão bem conceitua. E muitos deles estão aí para jogar mesmo, se fazerem ser notados, querem que suas artes questionem e sejam questionadas, provoquem e sejam provocadas. Com a internet, todo mundo é o jogador e é o alvo. Ao mesmo tempo que visito sites de artistas ao redor do mundo, eles visitam os meus. São os museus da nova era.
E não vejo isto com pessimismo, veja como uma explosão da criatividade humana que só tem a engrandecer o campos das artes. Fico imaginando se na época de Leonardo da Vinci, Monet, Dalí, Lautrec, se houvesse internet, se houvesse esta possibilidade de acesso e visualização, quantos outros artistas teriam tido o seu espaço, quantos seriam conhecidos pelas gerações futuras.
Então, não fico questionando o que é arte e o que não é. Acho que este tipo de questionamento é limitante demais. Até mesmo porque nossa história mostra quantos erros foram cometidos quando rotulamos a arte. Acredito que o que deve ser analisado é a forma como determinada obra se porta no tempo e no espaço, que sensações ela proporciona, o que ela aguça. 
Os novos críticos de arte não podem parar no tempo, comparando a arte dos tempos atuais com a do passado. Não há comparação, o que deve ser observado é o papel destas novas obras, destes novos artistas no contexto histórico em que se encontram. E ainda bem que estamos caminhando neste sentido e apreciando a obra em si, o que elas nos questionam, o que elas nos fazem buscar.
Aqui, quero voltar àquela parceria que citei anteriormente, com a Monjardim Noleto Fotografia. Como escrevi, a parceria envolvia eu assumir a direção de arte dos álbuns de casamento e como designer, meu papel diante deste desafio era ultrapassar o entendimento do que é um álbum de casamento. Ele é simplesmente um grupo de fotos reunidas em uma página? Não! Um álbum de casamento é o elemento de uma história que começou quando duas pessoas se conheceram e então, um dia, resolveram juntar as escovas de dentes e celebrar com familiares e amigos, este momento tão importante. Um álbum de casamento é uma mistura de sentimentos, de alegrias, músicas, sonhos. 
E tendo isto em mente, eu não poderia simplesmente reunir fotos em uma página. Era minha obrigação como designer ir além e então, uma nova concepção de álbum foi se formando, um álbum que se transformava de um álbum de casamento para um livro de arte, onde o design digital era um dos elementos integrantes nesta nova concepção.
E isto é questionar, é ser crítico, transformar a nossa criação. Mostrar o valor de cada um de nós, artistas desta nova era. E temos espaço para isso, temos espaço para pessoas talentosas e ainda bem que pessoas talentosas não faltam. E elas se destacam nesta nova era. Elas se destacam.

Red Kisses,
Chris

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Parabéns, Maninha!!!!!!!

Minha irmã passou no Vestibular!!!!!!!!!!!!!!

Parabéns, maninha!!!!!!!!


Red Kisses,

Chris

Portfolio: Illustração Luciana + Felipe

A ilsutração abaixo foi criada para ilustrar a capa do álbum de casamento da Luciana e do Felipe. Eles casaram ano passado e a Monjardim Noleto Fotografia foi a responsável pelas fotografias. A The Red ((design&web)) trabalha em parceria com a Monjardim Noleto, na direção de arte dos álbuns de casamentos.



Red Kisses,

Chris

Coming Next: Bicalho Aquários

Meu mais novo projeto é a Bicalho Aquários. A Bicalho é uma das mais tradicionais lojas de aquários de Brasília, fica no Brasília Shopping e em 2011, está passando por uma renovação geral de toda a sua identidade visual.

O projeto inclui revisão da marca, criação do site, loja virtual, identidade visual e vários impressos e e-mail marketing.

Em dezembro, postei aqui, os primeiros itens criados para a Bicalho para a promoção de Natal (veja aqui).

No momento, estou trabalhando na revisão da marca, no site institucional e alguns itens de impressos.

Para compor o site e alguns materiais impressos, defini como parte da direção de arte misturar telas em acrílica com arte digital. Assim, pintei alguns peixes em acrílica sobre o papel. Depois, escanei e manipulei as imagens no Photoshop. Segue algumas imagens de uma das telas:

A Tela

A Tela manipulada no Photoshop

Aplicada em um dos materiais
Em breve, o projeto completo estará aqui.

Red Kisses,

Chris

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

American Life by Julio Skov

E Julio Skov lança mais dois super vídeos. Desta vez, a música escolhida foi American Life, em duas versões.




Os vídeos



Red Kisses,

Chris

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Coming Next by The Red: //PPIS

Projeto PPIS, sistema para as empresas Projeto Eventos e PR Music. Em criação. Desenvolvido em parceria com a IDevelop.


Red Kisses,

Chris