domingo, 13 de junho de 2010

Houston Originals

Na sexta, depois da aula de Marketing na ESPM, fui com a Laura no Houston, que fica na 412 Norte. O Houston é uma nova e deliciosa opção para irmos com os amigos, família, bater um papo e comer deliciosos sanduíches, eu repito DELICIOSOS.

O Houston é um empreendimento do Luiz e de sua esposa, a Maria, no qual tive meu dedinho de participação na criação do design do Cardápio e da Comanda:




Valeu, Luiz e Maria. Que venha novos projetos em conjunto.

Red Kisses,

Chris (Que quer comer de novo o sanduíche de carne de Angus da Houston)

sábado, 12 de junho de 2010

Vídeo: Aquecimento Global

O vídeo pode parecer um pouco pesado, mas acho que tem pegar pesado mesmo para ver se as pessoas acordam.


Red Kisses,

Chris (STOP GLOBAL WARMING)

//Cursos: Marketing em um sábado pela manhã

Oi, Bom dia

Aqui estou eu, na ESPM, para a quarta aula.

Cheguei um pouco atrasado, graças a minha amiga Laura (risos)... Então, peguei o assunto que está sendo falado agora pela metade...

Usar as ferramentas gratuitas é o caminho...

O assunto do momento, em  sala de aula: relacionamento.com, como é o relacionamento na rede, quais as razões, as causas e as consequências e tudo mais...

Fazer campanha digital é uma questão de teste. vamos testar o mix de ferramentas para ter um caminho mais eficaz/eficiente para aquela campanha. O caminho feito para uma campanha digital não necessariamente funciona para outra campanha, por isso, vamos testar...

Fazer uma campanha digital é mais rápida, trabalha com o tempo real (marketing digital: 80% de retorno em 48 horas, marketing direto é de algumas semanas).

As novas dinâmicas: IPad está aí.... pense nisso!!!!!


Novos Outdoors, novas dinâmicas!!!!!


O uso da realidade aumentada na moda



Novas formas de mídias


Tudo isso leva a uma coisa: personalização. a campanha digital 100% pesonalizada (!!!!!! hummmm !!!!!).

E como medir tudo isso: http://www.gilgiardelli.com.br/blog/?s=baldinho ( mais sobre o mesmo: http://www.inovadoresespm.com.br/)

Mais uma vez: faça testes. Teste diferentes mídias, diferentes formatos

Internet já é a 2ª mídia em penetração (mas por pouco tempo, em breve, superará a TV, a 1ª colocada)

        (para ver depois Banksy)

Voltamos em breve.....

Red Kisses,

Chris (no intervalo)

sexta-feira, 11 de junho de 2010

//Cursos: Empreendedorismo Digital

Agora, na aula, o Gil trouxe uma amiga, a Vivianne Vilela, que trabalha no Sebrae Nacional, aqui, em Brasília, para falar sobre empreendedorismo digital.

Mundo Sebrae: http://mundosebrae.wordpress.com.

Blogosfera: a fala virtual com os empreendedores, ou melhor, com as pessoas.

Brasileiro é empreendedor. Somos mais de 18 milhões de empreendedores. É mais que a população de Portugal.

Quem são os empreendedores digitais brasileiros:

62% serviços - 33% comércio - 5% indústria e agropecuária (tempo de mercado: 2 anos)

59% são informais

69% não registram os empregados em carteira.

- 62,6% dos empreendedores NÃO fizeram um plano de negócios
- 38% fizeram mais está desatualizado
- 72% precisa de ajuda para atualizá-lo

Se quiser ser empreendedor digital, o que dá dinheiro? TUDO DÁ DINHEIRO!!!!! COMO?

10 passos:
1: tem alguém que precisa, disposto a pagar?
2: diferencial: a conquista do cliente, o que será? (http://www.depontacabeca.com.br/)
3: e sobre o processo de venda? já pensou sobre isso?
4: e por qt vender? e os custos? preço competitivo?
5: hein? preço competitivo? que é isso?
6: quantidade de vendas ideal para ter lucro?
7: a ocupação do espaço
8: processo de produção?
9: infra-estrutura x disponibilização de recursos
10: desperdício zero!!!!

Thanks pela palestra, Vivianne

Red Kisses,

Chris ("eu vou esquecer de tudo, das dores do mundo...")


//Cursos: De volta ao Marketing Digital!!!!

Mais uma sexta e cá estou de volta a ESPM para a terceira aula do curso de Marketing Digital & Comunicação Digital.

Nesta primeira parte da aula, uma revisão sobre o artigo que cada um escreveu sobre O que é Marketing Digital?

Meu artigo, clique aqui.

stickybits... é divertido, vai lá

quer ver documentários: freedocumentaries.org

Ilustradores, desenhistas, designers de plantão, vamos fazer coletivos: http://webcanvas.com/

Marketing Digital:
- Grau de reciprocidade
- Perfil dos membros
- Grau de influência
- Qual a sua identidade virtual?
- Laços
- Preencher elos ausentes na comunidade

O que é gestão da inovação e do conhecimento? Digam-me, o que é?

Qual os objetivos das redes de conhecimentos?

Como influenciar a discussão? Como o marketing digital vai propor novas discussões e transformar o que está sendo falado?

Gilberto Gil e as redes de web. Empresas produtoras de show: cameras nos shows É BOOOOOOOOOOOOMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM!!!!!

Já ouviu falar em Realidade AUMENTADA!!!!!! Quer trabalhar com Marketing Digital? Busque saber o que é...

Muitas perguntas para se fazer Marketing  Digital!!!!!!

Intervalo!!!!!

Daqui a pouco, a gente volta.

Red Kisses,

Chris (Ano de eleição, vamos pensar)

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Sérgio Luiz Apliques

Hoje, deixei mais um cliente feliz :-) (risos)

O Sérgio é irmão do Luciano, dono do salão Rinnovare, cliente meu, e me contratou para desenvolver a marca dele. Ele é especialista em apliques e queria uma marca que representasse três coisas básicas: movimento, volume e cabelos longos.

Assim, comecei a esboçar o desenho no caderno utilizando carvão.


Depois, escanei o material e comecei a vetorizar sobre o desenho, utilizando o Illustrator. A cor lilás foi escolha do próprio Sérgio e assim, nasceu a marca da Sérgio Luiz Apliques.

Junto com a marca, também criei o cartão de visita.

Red Kisses,

Chris ("que gostou muito do novo vídeo da Gaga, Alejandro, apesar da música ser muito chata")

terça-feira, 8 de junho de 2010

Fotomontagem Parte 2: George Groß

Continuando com os representantes do movimento Fotomontagem, trago hoje:


George Grosz
Berlim, 26 de Julho de 1893- Berlim Leste, 6 de Julho de 1959) foi um pintor e desenhista alemão.

Foi uma das figuras mais destacadas do Dadaísmo em Berlim, de 1917 a 1920. Além de membro do rupo expressionista New Objectivity. Também militante do Partido Comunista, utilizando-se de duas obras para criticar a República de Weimar (1919-1933).

Empresários corpulentos, soldados feridos, prostitutas, crimes sexuais e orgias estavam entre os principais temas de seus trabalhos. e, como já mencionado na primeira parte, George Grosz, juntamente com John Heartfield, outro representante do movimento dadaísta e fotomontagem, fundou a revista satírica Die Pleite.

A seguir, algumas obras de George Grosz


Lovesick, 1916


The City, 1916/17


John the Sex Murderer, 1918


Republica Automatons, 1920


Dusk, 1922


Glad to Be Back, 1943


The Pit, 1946

O que mais me chamou atenção na obra do George Grosz foi as cores, são impressionantes. Estes tons fortes ficaram incríveis, dinâmicos, fortes.

Para saber mais:
Fontes:

Anterior sobre este tema: Fotomontagem Parte 1 - John Heartfield

Red Kisses,

Chris ("Chegamos a este mundo com uma bagagem de vidas anteriores que temos que corrigir, em algum momento. Sua correção pode estar relacionada a dinheiro, pessoas, saúde, amizades ou amor. Hoje, saiba que tudo o que for dolorosamente desconfortável para você é parte de sua correção" - Yehuda Berg)


How Can You Mend A Broken Heart


I can think of younger days
When living for my life
Was everything a man could want to do
I could never see tomorrow
But I was never told about the sorrow
And how can you mend a broken heart?
How can you stop the rain from falling down?
How can you stop the sun from shining?
What makes the world go round?
How can you mend a this broken man?
How can a loser ever win?
Please help me mend my broken heart
And let me live again
I can still feel the breeze
That rustles through the trees
And misty memories of days gone by
We could never see tomorrow
No one said a word about the sorrow
And how can you mend a broken heart?
How can you stop the rain from falling down?
How can you stop the sun from shining?
What makes the world go round?
How can you mend this broken man?
How can a loser ever win?
Please help me mend my broken heart
And let me live again

Red Kisses,

Chris ("tell me how...")

domingo, 6 de junho de 2010

Calígula


Acabo de chegar do Teatro Nacional, onde fui assistir a peça Calígula, de Albert Camus, tendo Thiago Lacerda representando o papel título. Quando fui comprar o ingresso, o fiz pelo texto do Albert Camus que é muito inteligente, é uma peça muito bem escrita e que valeria a pena ver a peça por causa do texto, pois, com todo perdão a pessoa Thiago Lacerda, como ator, ele nunca me surpreendeu nos poucos trabalhos que vi dele.

Bem, cheguei agora do Teatro e devo confessar que só não deixei a sala Villa Lobos antes da peça terminar porque a interpretação do Thiago Lacerda foi boa, enquanto que a adaptação do texto para o português deixou muito a desejar, muito mesmo. Em determinados momentos, a peça ficou por demais caricata, pecando aí nos exageros. O texto também estava muito linear sem ter momentos marcantes e a cena da dança da bundinha completamente desnecessária, até mesmo para a insanidade de Calígula.

Mas a interpretação de Thiago foi boa, não algo excelente, mas muito boa. Para mim, ele soube equilibrar a feminilidade e masculidade do personagem, a insanidade, a razão e a inteligência exigida de forma a me fazer continuar na sala do teatro e não seguir meu caminho de volta para casa antes da peça terminar.

________

O que escreveu Camus sobre Calígula

“Calígula foi escrita em 1938, depois que fiz uma leitura da obra Doze Césares, de Suetônio. Eu destinei esta peça a um pequeno teatro que criei em Argel e a minha intenção, desde o início, com toda simplicidade, era a de atuar eu mesmo no papel de Calígula. Os atores iniciantes têm dessas ingenuidades. E eu já tinha 25 anos, idade em que se duvida de tudo, menos de si próprio. A guerra me forçou à modéstia e Calígula estreou em 1946, no Théâtre Hébertot, em Paris. Calígula é, portanto, uma peça de ator e de diretor, mais do que de autor. Porém, que fique bem entendido: ela se inspira nas inquietações que eu tinha naquela época. A crítica francesa, que recebeu muito bem o espetáculo, freqüentemente escreve, para meu espanto, que se trata de uma peça filosófica. Mas será verdade?

Calígula, príncipe até então relativamente amável, acaba por perceber, com a morte de Drusilla, sua irmã e amante, que o mundo, tal como está, não lhe é satisfatório. A partir daí, obcecado pelo impossível, envenado de maldade e horror, ele tenta exercer, por meio do assassinato e da perversão sistemática de todos os valores, uma liberdade tamanha que não demorará para descobrir que não é uma liberdade boa. Ele recusa a amizade e o amor, a simples solidariedade humana, o bem e o mal. Ele enreda com palavras todos os que estão à sua volta, ele os força a encontrar uma lógica, ele nivela tudo ao seu redor pela força de suas recusas e por uma raiva destruidora. É onde reside sua paixão de viver.

Mas se sua verdade era se revoltar contra o destino, seu erro foi o de negar o humano. Não se pode a tudo destruir, sem destruir a si próprio. Calígula arrasa com o mundo ao seu redor e, fiel à sua lógica de vida, faz o que pode para voltarem-se contra ele todos os que terminarão por assassiná-lo. Calígula, a peça, é a história de um suicídio superior. É uma história sobre a forma mais humana e mais trágica de errar. Infiel ao homem, por fidelidade a si mesmo, Calígula consente em morrer, por haver compreendido que nenhuma criatura pode se salvar sozinha e, ainda, que não se pode ser livre à custa dos outros.

Trata-se, portanto, de uma tragédia da inteligência. É de onde se pode concluir, naturalmente, que o drama de Calígula foi totalmente de cunho intelectual. Pessoalmente, eu acho que conheço bem os defeitos desta obra. Mas procuro em vão a filosofia nesses quatro atos que escrevi. Ou, se ela existir ali, ela se encontra no nível da seguinte afirmação do herói: Os homens morrem e eles não são felizes. É uma ideologia bem modesta, pode-se notar, e eu até tenho a impressão de dividi-la com Monsieur de La Palice (1470-1525) e com a humanidade inteira. Não, minha ambição não era a filosofia, era outra. A paixão pelo impossível é, para o dramaturgo, um objeto de estudo tão valoroso quanto a sede de amar ou o adultério. Mostrar essa paixão em toda a sua fúria, justificando estragos e desencadeando confrontos – eis o que era o meu projeto. E é sobre esse aspecto que deve ser julgada a minha peça.

Uma última palavra. Alguns acham que minha peça é provocante e são os mesmos que, no entanto, consideram natural que Édipo mate o pai para se casar com a mãe ou os mesmos que aceitam fazer ‘ménage à trois’, desde que nos limites, é claro, de quatro sólidas paredes e em alta sociedade. Eu tenho pouca admiração por certo tipo de arte que só escolhe chocar por falta de saber convencer de outra forma. E se, por uma infelicidade, eu me pegasse realmente sendo escandaloso, seria apenas por causa desse gosto desmesurado que os artistas têm pela verdade – e um verdadeiro artista não consegue abrir mão da verdade, porque isso significaria renunciar à sua arte.”

–Albert Camus, no prefácio à edição americana do livro Théâtre (1958), antologia de suas peças pela editora Pléiade (tradução de Dib Carneiro Neto).

Fonte: Portal SESC SP

Red Kisses,

Chris ("Um senador não vira um trabalhador nem em 20 anos" - da peça Calígula)

sábado, 5 de junho de 2010

Dia Mundial do Meio Ambiente

Hoje, é o dia Mundial do Meio Ambiente e a ilustração abaixo, eu fiz para ilustrar o texto que minha tia escreveu para o blog dela sobre este dia.

Para ler o texto da minha tia, acesse o blog dela clicando aqui.

Red Kisses,

Chris ("Ação faz diferença")


sexta-feira, 4 de junho de 2010

Rosas e Sombras



Red Kisses,

Chris ("I know you're cool")

Minha coleção André Vianco


Oi, pessoal

Olha o que me dei de presente: a coleção completa dos livros do André Vianco, escritor brasileiro. Já tinha lido alguns e agora, lerei todos. :-)

Red Kisses,

Chris ("mandei, mandei, agora, já foi")